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Hoje seria mais um dia de trabalho no Stones Bar, um pub inglês com tema de Rock Clássico. Eu anotava e servia alguns pedidos, quando um rapaz em especial me chamou atenção. Ele entrava no estabelecimento com mais um amigo, se sentaram no meu lado do balcão, fui até eles. Seu amigo deu atenção demais ao decote do meu uniforme, o rapaz por quem eu criei interesse notou isso também, dando um cutucão nada discreto nele. Fizeram seu pedido: Uma cerveja e um Whisky escocês.

Depois de mais algumas rodadas, o amigo do rapaz foi embora, deixando ele sozinho. Algo me fez criar uma simpatia por ele, como o bar não estava movimentado, puxei assunto com o rapaz, que se chama Harry Styles. Sim, um dos membros da One Direction. Harry me contou sobre sua vida, ele sempre gostou muito de rock, desde bandas mais alternativas até as bandas de rock pesado, thrash, heavy e black metal… O que me surpreendeu. Aquele ditado famoso: não julgue um livro pela capa, nunca fez tanto sentido como agora.

Com o passar do tempo, Harry retirou sua jaqueta de couro preta onde deixou à mostra seu peitoral largo sob a camiseta do Pink Floyd, e seus braços já quase tampados pelas tatuagens. Perguntei sobre o significado das tatuagens e ele foi me mostrando uma por uma e me contando o porquê de tê-las feitos. Quando ele se levantou para mostrar uma Borboleta em sua barriga, eu observei seu pacote, que era bem marcado pela calça preta justa.

– Mais uma Heineken bem gelada, por favor! – ele me pediu, assim que se sentou de novo.

– Tá na mão gato!

– Bebe comigo? – me indagou.

– Foi mal, estou trabalhando. – respondi um pouco desanimada.

– Que horas acaba seu expediente?

– Meia noite. – respondi e ele sorriu ladino pra mim.

A partir dali, o bar começou a lotar e, eu tive que atender outros clientes, deixando Harry um pouco de lado. As horas foram passando, até que deu o fim do meu turno, fui até o banheiro trocar de roupa, coloquei meu jeans velho e uma blusinha preta, customizada, do Led Zeppelin. Sai e procurei com os olhos Harry, mas nem sinal dele. Um pouco decepcionada fui em direção à saída, lá fora chovia. Fui até o estacionamento procurando pelo carro herdado de meu pai. Caminhei na chuva até encontrar meu carro amarelo, nunca soube que modelo e de que ano era aquela coisa. Quando destrancava a porta, senti alguém colocando as mãos em meus ombros, me virei depressa e vi um par de olhos verdes.

– Indo embora sem me procurar? – Harry sorria malicioso, antes que pudesse responder, ele me beija.

Minha blusinha preta molhada, com certeza, exibia meus seios volumosos e os bicos já estavam eriçados pelo beijo e pelos pingos gelados. Não me fiz de santa e retirei minha blusa, expondo meus seios na chuva, que foram imediatamente sugados por Harry numa fúria e vontade animal.

Alisei seu pênis por cima da calça, sentindo sua rigidez e tamanho. Vendo que nem eu nem ele conseguiríamos ir a algum lugar naquele estado, destravei o carro entrando com Harry por cima de mim. Rolei até ficar por cima, puxei a calça e a cueca de Harry até os pés dele, e comecei a chupa-lo, sentindo ele se contorcer de excitação. Antes que eu pudesse terminar meu serviço, Harry me puxou pelos braços para cima, me beijando. As mãos deles puxavam minha calça para baixo, levando minha calcinha junto, quando cumpriu seu objetivo começou a massagear minha vagina. Inverteu as posições, ficando por cima, desceu por meu corpo, deixando um rastro de beijos. Começou a lamber minha vagina, e com uma mão alisava meu grelo, enquanto com a outra enfiava dois dedos em mim. Ele aumentava a velocidade me levando à loucura.

– Harry… – gemi seu nome. – Quero você… Dentro.

Atendendo meu pedido, Harry pulou sobre meu corpo, introduzindo seu membro com força em mim. Começando a investir de forma bruta. O carro tremia, os vidros embaçavam. Era quase como uma cena de um filme qualquer. Já sentia meu orgasmo chegando, Harry aumentava as estocadas, retirando quase que seu membro por completo e introduzindo com força, indo fundo.

– Geme… – Harry ordenava ao mesmo tempo em que puxava meus cabelos.

Estava indo ao Paraíso. Meu corpo estava ficando dormente, eu sentia que estava próxima do ápice. Meus gemidos se tornaram gritos, Harry mandava que eu gritasse mais alto. Ele também estava chegando ao seu ápice. Quanto mais perto chegávamos do orgasmo, mais rápido ficava as investidas de Harry. Não demorou a chegada de nosso Paraíso.

Harry se deitou sobre mim, ofegante. Ficamos um tempo se recuperando até que ele se sentou e se ajeitou.

– Qual é seu nome mesmo?

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Escrito por: Meeg Lima 

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Postado em: 8.02.2014 · 7 notas · Reblog · Like
8, Fevereiro de 2014
notes: 7
  1. 1dpreferences-br publicou esta postagem